RETROSPECTIVA PAIPO 2014

DEZEMBRO  2014 193 A

O PAIPO  nasce a dez anos atrás no Uruguay . O foco sempre o surf.  O Paipo Brasil tem uma vida mais curta , mas não menos intensa, e, em breve chegará também a uma década de vida. O que rola na costa do Uruguay como no sul do Brasil é o objetivo do site. Mais um ano se encerra e o Paipo Brasil faz sua retrospectiva do ano que se encerra.  Foi um ano de calor intenso no verão e que no inverno também ocorreram em algumas oportunidades. Os dias de vento nordeste foram predominantes. Ondas de tonalidades azuis, verdes e  “chocolate barrels”  aconteceram durante o ano. Muitos amigos , muitas ondas , grandes encontros e boas festas foram marcantes durante  todo ano.

JANEIRO

JANEIRO 2014 607 aa

 

JANEIRO 2014 409

 

FEVEREIRO

JANEIRO 2014 059 a JANEIRO 2014 363 a

 

MARÇO

MARÇO 2014 020

 

MARÇO 2014 041 a

ABRIL

ABRIL  2014 033 A

 

ABRIL  2014 203 a

 

ABRIL  2014 396 a

 

MAIO

MAIO 2014 355 A

 

MAIO 2014 039 A

 

MAIO 2014 314 A

 

JUNHO

JUNHO  2014 045 a

 

JUNHO  2014 244 a

Conseguimos fazer cobertura em todos os meses do ano, tendo compartilhar o trabalho do mundo jurídico com o do surf. Os processos no litoral foram alcançados e o binômio trabalho e esporte foi alcançado. Os sul americanos nos anos anteriores venceram em várias categorias do esporte das ondas , mas em 2014  conseguiram com Gabriel Medina vencer a categoria principal, deixando de lado o domínio de americanos e australianos. A nós mortais cabe dizer que foi um ano de boas ondas , mas que 2015 seja ainda melhor. O surf não é só um esporte , é um estilo de vida e como tal o PAIPO segue em frente. Até a próxima, Mauro.

JULHO

JULHO  2014 014 a

JULHO 2014 011 a

AGOSTO

AGOSTO  2013 015 A

AGOSTO  2013 100 a

AGOSTO  2013 110 a

 

SETEMBRO

SETEMBRO  2014 255 A

 

SETEMBRO  2014 159 a

 

SETEMBRO  2014 256 A

OUTUBRO

outubro  2014 030 a

 

outubro  2014 157 a

 

NOVEMBRO

DEZEMBRO  2014 017 A

 

DEZEMBRO  2014 065 A

 

DEZEMBRO

DEZEMBRO  2014 135 a

 

DEZEMBRO  2014 109 a

 

O GRANDE CAMPEÃO

O GRANDE CAMPEÃO

DEZEMBRO  2014 314 a

DEZEMBRO  2014 193 A

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TRIP SURF PAIPO E SHOW BLACK SABBATH

setembro 2013 289 a

outubro 2013 102 a

Vale Verde e suas especialidades.

Vale Verde e suas especialidades.

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outubro 2013 115 a

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Essa matéria  congrega  duas paixões : surf e o rock  . Duas trips de surf vindas  do Uruguay estavam marcadas para setembro e outubro para Santa Catarina e o show do Black Sabbath seria no dia nove de outubro. Sempre  gostei de escutar os “riffs” de guitarra em alto volume. Depois do anúncio da volta e lançamento do novo disco “13” o Black Sabbath foi para estrada para realização de shows pelo mundo. Os fãs da América do Sul não ficaram de fora e Porto Alegre foi confirmada como uma das apresentações. O local foi a FIERGS. Os ingressos começaram a serem vendidos muitos meses antes e logo se esgotaram. Megadeth faria a abertura. Sabbath vem de uma trio que definiu o som pesado ao lado de Purle e Led. Eram muitas as espectativas , o novo disco era excepcional e Ozzy mais uma vez nos vocais.

outubro 2013 125 a

 

outubro 2013 165 a

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setembro 2013 338 A

Mas também era uma época de boas ondas em Santa Catarina, Peter vinha do Uruguay com um grupo da nova geração do surf charrua e a diretoria do Paipo UY vinha logo após. O desejo era surfar muitas ondas ao lados dos amigos e escutar o velho e bom “rock and roll”.

outubro 2013 172 a

 

outubro 2013 185 a

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setembro 2013 313 A

As antológicas N.I.B. , War Pigs, Iron Man, Children of the Grave , Snowblind, Paranoid e as novas Age of  Reason, god is Dead e End of Beginning estavam no set list.

setembro 2013 023 a

outubro 2013 235 a

outubro 2013 231

 

outubro 2013 232 a

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the boss

the boss

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As ondas se confirmaram, não houve reclamações, nas duas trips todos saíram satisfeitos. Rosa Sul, Vila e Rosa Norte quebraram em boas condições. O alto astral e o espírito surf predominou. Alguns dias durante a semana o “español” era a língua mais falada. A esquerda do canal rolou. A gastronomia rolou forte, tanto na Vale Verde como na paipo house.

outubro 2013 225 a

 

outubro 2013 224 a

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setembro 2013 273

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O show começou 15 minutos antes do previsto. Ozzy instiga e rege a platéia como se tivesse 20 anos. Dois telões gigantes não deixavam ser perdido qualquer momento. Tony Iommi parece multiplicar sua guitarra, Geezer Butler fazia o baixo vibrar nos ouvidos de todos. A surpresa ficou pela competência do novo baterista, parecia uma locomotiva,  deu  grande vitalidade a banda. Foi um espetáculo  a parte quando tocou sozinho , no intervalo dos veteranos.

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outubro 2013 219 a

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O Rosa Sul segurava o swell por vários dias, na mudança para nordeste a Vila retornava toda a ondulação. Canal aberto e ondas de boa formação. A água era para short manga longa e o tempo variou momento de sol e chuvas fracas.

outubro 2013 216 a

 

outubro 2013 190 a

outubro 2013 055 A

setembro 2013 139 A

Tanto no surf como no show houve uma mescla entre a nova e velha geração, todos em prol do surf e do rock.

outubro 2013 215 a

outubro 2013 188 a

outubro 2013 057 A

outubro 2013 058 A

setembro 2013 101 a

A chegada a Porto Alegre foi 48 horas antes do show, com a cabeça feita das ondas surfadas. Pelo menos 30 mil pessoas presenciaram um show poderoso, pesado, emocionante e tecnicamente impecável. Não houve falhas, show do ano. Será difícil algum show superar o que rolou nesse dia 09-10-2013.

outubro 2013 203 a

outubro 2013 060 A

setembro 2013 061 A

Muitas eram as expectativas, rolaram boas ondas e o show foi muito bom.

outubro 2013 200 a

outubro 2013 086 A

outubro 2013 a

setembro 2013 044 a

Muitas são as lembranças, surf, rock e amigos, uma bela combinação, até a próxima.Mauro

outubro 2013 198 a

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JULHO 2013

 

Essa matéria   faz a cobertura das ondas que rolaram no mês de julho, época de frio , mas sempre com boas ondas na costa de Santa Catarina.

Mais uma vez tive que conciliar trabalhos jurídicos na região com surf e família.

Jararaca ou Cascavel ?

O mês julho marca as férias de inverno e já uma tradição boas ondas e muita gente bonita nessa época do ano no litoral catarinense. 

"vaca" clássica.

As férias de julho é uma tradição que mantenho desde o tempo de estudante. Esse ano tive  a companhia da filha mais velha, Dani, que estava de férias da PUC depois de um belo desempenho nos estudos no 1º semestre.

Sendo a época mais fria do ano , as temperaturas caíram mais que anos anteriores. Caiu neve na serra próxima a Florianópolis, fenômeno raro na região. Havia fotos que lembravam Santiago no Chile.

A temperatura da água do mar sofreu alterações. Nos anos anteriores usava apenas long 2:2 e 3:2 mm.Esse ano só usei long 3:2 e se tivesse 4:3 usaria, e, comprei botas, equipamento que já havia sido retirado no quiver e usado apenas nas praias do exterior . Vi muito amigo usando capuz, bota, luva e “longs” pesados. O que parecia ser usado apenas pelos meus amigos do Uruguay esse ano rolou no sul do Brasil.

Mas frio muitas vezes esta associado a boas e grandes ondas. Em julho a primeira quinzena foi de ondas médias, ventos variando entre nordeste e sul.Na segunda quinzena foi de vento sul e leste com ondas maiores. As pranchas grandes saíram do armário.

Julio - DHD - VALE VERDE - PAIPO

Mas o clima frio não espantou gente bonita da praia , quando apareceu o sol surgia até biquíni na praia e muito surf feminino. Nos finais de semana a noite foi quente e durante a semana os encontros com os amigos para um “churrasco”  eram a maior pedida.

Com Betão e cada um com sua filha, Dani e Roberta.

Se faz necessário o registro das ondas na praia do Porto de Imbituba, se entrava ao lado do último molhe e se ia até o outside , onda longa e boa para um grande repertório de manobras.O Rosa Sul quebrou a famosa esquerda do canal muito tubular e quando o vento leste entrou as direitas rolaram em frente as pedras. Havia uma esquerda que se “dropava” em frente ao costão e acabava no Portinho .

Na primeira quinzena depois de vários dias  de sul já em final de swell na virada para nordeste o Rosa Norte mantinha o swell . Vale o registro de uma cobra venenosa na trilha do estacionamento, muitos disseram que era uma “jararaca” , alguns disseram que era uma “cascavel” . Não tenho a certeza , mas era extremamente agressiva, e foi bom para sabermos que existes outros “locais” do pico.

Foto da filha.

Muitos registros e trocas de informações durante a semana provocava uma grande vinda de surfistas para se agregar a boa “vibe”       que rolava.  

 

Muitas ondas, amigos, festas, frio e um bom surf. Se encerra esta matéria já indo para estrada , novamente na busca da onda perfeita.Até a próxima,Mauro.

Rosa Norte

Julio - DHD - VALE VERDE - PAIPO

 

 

 

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TRIP PAIPO PERU 2013

 

Essa foi a segunda trip oficial do Paipo ao Peru. O Peru sempre foi um país fascinante não só pelas ondas como pela sua rica cultura. Minha primeira vez foi em 1993 e me fez retornar em várias oportunidades.  Em 2012 foi a primeira vez que a trip foi organizada pelo Paipo.  Muitas histórias e boas ondas surfadas nos deram confiança para novos desafios para 2013. Em fevereiro desta ano comecei novas tratativas  para retornar ao pais, muito amigos se mostraram dispostos   na busca pelas ondas grandes. No verão no Brasil é complicado tentar buscar reunir um grupo de amigos , no entanto, em março consegui reunir um grupo grande para desfrutar um churrasco na minha casa e convidar a todos a participarem .

 

Todas a vezes que fui ao Peru os meses de dezembro a março eram os meses escolhidos em função de meus compromissos profissionais. As tratativas vinhas sendo debatidas na beira da praia, dentro do judiciário e nos eventos sociais.Mas foi no churrasco que ofereci , regado a muita picanha e Heineken que se conseguiu fechar a “operação”. Na sua maioria profissionais liberais e surfistas de alma.O grupo formado foi o seguinte :

 

faltou gente na foto.

                  1 – Mauro Pacheco Escobar – advogado.

                  2 – Luis Fernando Pacheco (primo) – cirurgião.

                  3 – Marcelo Abbud – advogado.

                  4 – Ridan Dinga – advogado e ex campeão gaúcho de surf.

                  5 – Victor Adams – advogado

                  6 – Marcel Kunrath – cirurgião.

                  7 – Luciano de Bortoli –“personal treiner”.

                  8 – Renato Brack – representante comercial.

                  9 – Roberto Coin – shaper.

                  10 – Fernando Fernandez – empresário.

                  11- Jeferson Nunes – fotógrafo.

 

Em um grupo grande como este foi complicado montar as datas para que todos tivessem juntos e fosse adequado a profissão de cada um . As datas escolhidas sempre buscaram aproveitar os dias do feriado de páscoa para poder ficar o maior número de dias. Como não se conseguiu que todos fossem e voltassem na mesma data se montou operações em que ocorreram 3 datas de embarque e retorno , desta forma houve período em que todos estavam junto.

 

O final de março e inicio de abril marca a entrada das grande ondulações na costa peruana. Pranchas , capas e roupas adequadas ,  foram buscados. A Taca oferece vôo direto desde Porto Alegre , sem fazer conexões tanto em São Paulo ou Rio de Janeiro, o que ajudou muito. Essa opção ajudou muito aos gaúchos. Luciano como mora em Florianópolis teve que fazer uma escala a mais , vindo a Porto Alegre.  

 

A região de Punta Hermosa foi a escolhida e a pousada do “Luisfer” a base escolhida. Alugamos dois carros Toyota Corolla para os deslocamentos. O complicador era que eram carros com câmbio automático o que nem todos estavam acostumados. No primeiro dia de surf já sofremos um baixa. Fernando em “Puerto Viejo” tomou alguns pontos na cabeça o que o impossibilitou seu surf até o final da trip. O Roberto e o Jeferson iriam passar apenas alguns dias com o resto do grupo pois logo iriam a Machu Pichu e ao Norte do Peru.

 

Cheguei dois dias depois do primeiro grupo e fomos direto a Punta Rocas, quebrava uns 8 pés e entrava uma série a cada meia hora  maior. Todos buscavam a direita que ficava ao lado do canal. Preferi a esquerda, depois de pegar a primeira não houve a segunda pois entrou uma série gigante que me levou as pedras, sufoco total já na primeira queda. Foi bom isso acontecer para não ter tanta auto confiança e respeitar certos limites.

o preço a ser pago em point breack.

 

 

Levei 3 pranchas 7:10, 7:6 e 7:2, long 3:2, 2:2 manga curta e short manga curta e longa 2:2. A 7:6 e long manga curta foi o que mais usei. Não tive problema com as pranchas pois me esmerei na embalagem e nenhuma quebrou na chegada. No Peru o que mais se quebra não são as pranchas , são as quilhas. Um bom jogo de quilhas é importante pois os picos são na sua maioria fundo de pedras. Señoritas sempre foi a campeão de perda de quilhas. Em comparação aos preços do Brasil no Peru as quilhas são mais baratas em seu custo. Muitas surf shops na região abasteciam as necessidades com material de boa qualidade.

 

javanezzzzzzzzz

 

A trip não se resumiu somente ao surf, foram visitados locais históricos e a rica cultura local foi absorvida por todos.A cerveja peruana foi consumida em grande quantidade em cada final de tarde por parte do grupo.  O por do sol no Pacífico era momento de grande beleza e satisfação por todos. Inesquecível foi a visão da Cordilheira dos Andes vista do avião com seus picos nevados,  momento de rara beleza.O povo peruano é muito acolhedor e recebe muito bem. O ponto negativo mais uma vez eram alguns brasileiros que se achavam superiores e se comportavam com muita “marra”.

Essa trip foi marcada pela inexistência do nome “flat”, pois todos os dias tinham onda. O peruano que aluguei o carro me dizia : “Mauro até dezembro, todos os dias tem onda”. Punta Rocas é um pico fantástico, muito regular e sempre com onda. No local quando se sai do mar tem uma placa da Billabong que diz o seguinte : “Punta Rocas ola mas constante del mundo”. É verdade. Pegamos ondas longas e pesadas no pico. Cada um sabe seu limite e o pico não é para qualquer um. Teve dias que passei mais de 3 horas no pico e peguei 2 ou 3 ondas, mas feliz da vida. Pegar uma esquerda grande, longa  e parar em Kontiki  , não tem preço.Señoritas é uma boa esquerda cercada de pedras e é o pico mais surfado pelos locais.

 

Muitas vezes o grupo desejava fazer um surf mais confortável, Puerto Viejo e suas esquerdas não havia pico melhor.Um pico no meio do deserto com algumas barracas de comércio onde se caminhava 400 m do estacionamento  até o mar , sob uma areia quente e vulcânica.Meu último dia no Peru foi com o Marcelo e o Victor nesse pico. Estava fantástico , surfamos por horas sozinhos. Uma esquerda de tamanho médio, mas longa e sem fechar. Se entra pela esquerda do pico ao lado de uma pedra gigante, o chão tem uma mistura de algas, areia e no fundo provavelmente uma  lage. A ondulação bate na tal “pedra” e vem escorrendo até a areia.

Outro pico que foi muito bem vindo foi Cerro Azul. Um balneário de rara beleza onde na ponta da baia existe uma formação rochosa que lembra uma águia esculpida. Uma esquerda que não quebra muito grande , mas muito longa , rola da pedra da águia até um píer. Para quebrar tem que haver um swell muito grande em Punta Rocas. Nessa trip fomos 2 vezes ao pico, na primeira a onda estava muito pequena e voltamos para Punta Hermosa para surfar .Na segunda vez a onda parecia um quadro. Em 1994 tinha surfado o pico em boas condições   e agora novamente. As vezes o surfista tem uma visão que não sai da cabeça. E não foi onda minha foi uma onda do Abbud em que fez o drop ao lado da “águia” e terminou nos pilares do píer, fantástico. A comida no local é muito boa, os nativos sabem fazer a linha da onda. Os menos experiente não conseguem ir até o final pois não sabe trabalhar a onda, ela não fecha, muitos cutbacks . Muita gente bonita se vê nas areias.

 

Em toda a trip se busca um “secret”, as vezes se consegue as vezes não. Nas proximidades de El Silêncio foi “achado” um pico na ponta de uma baia , onde para se chegar no outside se fazia uma remada de uns 600 m ou mais. Uma onda muito parecida com Punta Rocas, mas um pouco menor. A dificuldade era a chegado no pico. Uma vez aluguei um barco para o esforço ficar resumido ao surf. Só nossa trip surfava no pico, a esquerda que peguei no outside , vendo todos os amigos na caixa baixa torcendo por mim não tem preço. Nesse pico o destaque foram o Luciano , Renatinho e o Dinga que não “caia” das ondas. Uma bela onda, mérito do Abbud pela descoberta.

Pepinos foi um local buscado e surfado. O pico é sinistro. Foi pela primeira vez que eu tive que conduzir até o pico sem guia. Complicado , não tem placas ou indicações.Fica no meio de uma plantação próximo a boca de um rio. Não tem areia, se entra e se sai pelas pedras. Nesse dia a onda estava bem “oca” e “rasa”. O carro fica no topo de um clif e se desce no meio de pedras tipo cascalho. Botinha é um recurso importante no pico. Vi os amigos pegarem tubos na minha cara.Mais uma vez nesse pico peguei “ouriços” e a pranchas ficou “machucada” nas pedras.

Dinga

Roberto e Jeferson estenderam a trip , foram a cordilheira, Pacasmaio e  Chicama.

 

Uma grande trip, sem “flat”, surf todos os dias com grandes amigos. Que na próxima os amigos Uruguay se juntem a trip.Até a próxima,Mauro.

 

baixa do 1º dia.

 

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TRABALHO E ALGUMAS ONDAS

 

O mês de maio sempre foi uma época de boas ondas. Mas por outro lado sempre um período problemático em função do período da pesca e a proibição do surf em algumas  praias de Santa Catarina. Depois de retornar de uma trip ao exterior em abril e ter ocorrido problemas de saúde na família me fez ficar restrito ao surf na costa gaúcha. Audiências em Garopaba e novos processos em Imbituba me fizeram voltar na segunda quinzena . O trabalho era a obrigação , mas o surf sempre a grande paixão.

 

Havia uma boa previsão de ondas com a entrada de um bom swell de sul. Na véspera já me foi alertado que independente do vento o surf ficaria restrito ao Rosa Norte. Chegando ao Rosa Norte bem no início da manha verifiquei que já havia uns cinco  surfistas no Rosa Sul. Imediatamente ocorreu o deslocamento ao canto sul. As esquerdas rolavam no meio da praia até o canal. Os pescadores tiveram sensibilidade de liberar o surf pois as ondas rolavam acima de 1,5 m . O contato diário com o surf na região durante a semana é diferente daquele restrito ao final de semana.Existe uma maior interação entre as pessoas e a natureza. Depois de cinco dias de sul o mar começa a baixar e aparece o vento nordeste. O mar cresce , quebra no costão do Rosa Norte e a Vila rola em boas condições.

 

Foram alguns dias de trabalho e dez dias de muita onda.Surf com short manga longa 2 mm e muito sol.  A base da trip ao Peru me deixou muito confortável tanto na Vila como no Rosa Sul. Dias inesquecíveis ao lado dos amigos . Até a próxima,Mauro.

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PRAIA DO PORTO 2013 – O FIM DE UMA ONDA

A cidade de Imbituba tem crescido muito nos últimos anos , o porto local é um dos motivos. Existem negociações avançadas para a ampliação do porto que devem ser iniciadas esse ano. Com esta ampliação a praia do Porto, mais conhecida como “PORTINHO” , devem acabar de quebrar suas ondas. Será construído mais um grande molhe para ampliar a entrada dos navios. Uma onda fantástica que quebra com um swell  bom de sul , rolam boas ondas desde os molhes(meio da praia) até o navio (naufrágio) e deste até a ponta do “caldeirão”.

Uma onda longa que dificilmente fecha, tanto direitas como esquerdas quebram. Nesse inicio de 2013 surfei vários dias no local ,  onde foram feitos os registros constantes nessa matéria. Foi um privilégio surfar estas ondas que estão com seus dias contatados, sempre ao lado dos amigos Roberto Coin (shaper), Dr. Abbud e o professor Luciano. As ondas quebram do navio até o “caldeirão”. O visual das ondas do  mirante era fantástico. O canal era em frente ao navio.

 

O PAIPO não poderia deixar de fazer esse registro nessa onda mágica, onde sempre foi muito recebido pela galera local. O pico foi capturado em todos os seu ângulos. O surf e as fotos serão feitos até acabarem as ondas.As vezes o “progresso” cobra o seu preço e o surf lamenta. Bons drops, batida e tubos não sairão da minha cabeça como dos amigos.Até a próxima,Mauro.

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VILA URGENTE – JANEIRO 2013

No surf certas concepções e idéias vem mudando com o tempo. Já faz algum tempo de que não se diz mais que no verão não rola ondas grandes. A Vila nesse mês de janeiro fez a prova viva dessa afirmativa e “bombou” vários dias.

Foram sessões intensas de surf , minha 7:8 não era das maiores no pico.A Vila é um dos poucos locais no Brasil que nos dias de ondas se vê facilmente guns e semi guns no pico.

Esquerdas longas e pesadas até o meio da praia, em que se devia sair e entrar novamente no pico e direitas até o canal, essas eram as ondas.

No dia 03/01 rolava um Rosa Sul clássico pela manha, todos imaginavam que essa condição ficaria por alguns dias,    no entanto , no mesmo dia entra no final de tarde um vento nordeste.A Vila era a grande dica. O swell ainda era de sul, surf de condições extremas em que se exigia um bom leash. Dia 04/01 já tinha virado e o mar rolava com melhores condições. Dia 05/01 foi ainda melhor, ondas grandes e longas. Foram 3 dias intensos de ondas grandes em pleno verão. Muitos amigos no pico, um grande prazer.Até a próxima,Mauro.

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RETROSPECTIVA PAIPO – 2012

O Paipo nessa matéria faz o balanço geral do que rolou de ondas durante o ano de 2012.Mais um ano que se vai , é um privilégio fazer parte da família PAIPO mais um ano.

2012 que passa foi atípico. No verão rolaram ondas grandes e no inverno tiveram vários dias de flat. Se buscou as melhores ondas. Muito surf ao lado dos amigos.

 

As imagens expressam melhor o ambiente surf que rolou durante o ano :

 

JANEIRO

 

Os primeiros dias de janeiro foram fantásticos, ondas grandes, de sul, mesmo no verão. Silveira e Rosa Sul foram destaque. Alguns dias de água gelada.

 

FEVEREIRO

 

O mês de fevereiro foi na sua maioria com vento nordeste, Rosa Norte e Vila foram boas opções, ondas médias.

PERU

 

O final  do mês foram nas ondas de Punta Rocas no Peru o grande objetivo.

 

MARÇO

 

O mês de março foi fraco de ondas , apenas alguns com boa qualidade.

 

ABRIL

Abril foi um mês especial..Boas ondas e muito calor .Muitas festas e feriados , em Imbituba/Garopaba.

 

 

 

MAIO

 

Mês de transição de estação.Dias quentes , mas com ondulação de inverno.

 

JUNHO

Praia da Vila quebrou com condições excelentes.Esquerdas longas e pesadas.

 

JULHO

Ondas muito quentes , drops longos e cavadas fortes.Praia da Vila grande destaque.

AGOSTO

O mês de agosto teve dias de muito frio e outros de muito calor, como se fosse verão.Mês de contrastes.

 

SETEMBRO

Muitos feriados e vento nordeste.

 

 

 

OUTUBRO

 

Mês com poucos dias de surf de qualidade.

 

NOVEMBRO

 

 

Vila com bons dias em Novembro, mar de sonhos.

 

DEZEMBRO

 

O mês não acabou, mas o papo de fim do mundo é história, muitos trovões, mas boas ondas.Muita gente bonita na beira da praia.

 

Que venha 2012 que estaremos na cola das boas ondas.Até a próxima,Mauro.

 

 

 

 

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SHOW KISS E SURF NOVEMBRO 2012

O final de ano em termos de shows internacionais prometia na capital dos gaúchos. Depois de uma sessão de surf alguns meses atrás no Rosa ficou combinado entre os amigos gaúchos e catarinenses que estaríamos todos presentes no show do KISS. No meio das datas do show havia dois feriados, razão pela qual o surf seria alvo da matéria.Se fazia necessário toda uma logística entre acomodações , passagens aéreas e ingressos para todos.

O primeiro feriado foi marcado por uma previsão negativa de ondas , que ao final não se concretizou pois rolaram dois dias fantásticos na praia da Vila.

 

O KISS representa o “glamor” das bandas rock da década de 70 que se perpetua até os dias de hoje .A maquiagem esta pesada para disfarçar as rugas, os enormes saltos se alargam para aumentar a estabilidade  e as roupas de couro se esticaram.No entanto, sobrevive firme e forte porque a identidade visual característica sempre foi acessório, por certo vitorioso e explosivo ao que realmente é o maior motor criativo da banda: o rock’n roll pegajoso tocado em volume máximo para acelerar os prazeres da música.

Os ingresso foram adquiridos com antecedência  e os preparativos da mesma forma . A comitiva do Paipo era composta de amigos residentes em Florianópolis e gaúchos da capital, velhos amigos que se encontrariam para mais uma celebração do rock.

telão ao fundo

O show estava previsto para as 21 horas. Parte de amigos surfistas vindo de Floripa estavam com passagem aérea marcada para as 17 horas , horário razoável para a chegada com antecedência . Para espanto geral ocorreram problemas técnicos no avião no aeroporto catarinense e a chegado só de deu depois das 21:40 .Me encontrava conformado nesse horário, sabia que até a chegado ao local do show teria a chance de presenciar poucos minutos do espetáculo.

 

galera sem ingresso tentando ver o show pela porta da ambulância.

Fiquei surpreso que na chegada ao ginásio, pois  não havia começado . Foi apurado que a banda vinha de um show na noite anterior no Paraguai e a Receita Federal tinha retido parte do equipamento e o palco estava ainda sendo montado. Para o público foi desagradável , mas para mim foi a oportunidade de poder assistir todo o show.

O KISS está na estrada não apenas ancorado no passado glorioso, mas traz na bagagem a turnê o disco novo “Monster” , melhor trabalho do grupo em anos, no qual retomou a sonoridade crua e pesada dos anos 70. A banda é ainda melhor no palco do que em disco, sempre acompanhado de recursos técnicos.

O show começa as 23:45 .O set list foi o seguinte :

 

DETROIT ROCK CITY

SHOUT IT LOUD

HELL OR HALLEILUJAH

HOTTER THAN HELL

ALL FOR THE LOVE OF ROCK

I LOVE IT LOUD

OUTTA THIS WORLD

WAR MACHINE

LONG WAY DOWN

GOD OF THUNDER

PSYCHO  CIRCUS

LOVE GUN

CALLING DR. LOVE

BLACK DIAMOND

LICK IT UP

I WAS FOR LOVIN’YOU

ROCK AND ROLL ALL NITE

 

O guitarrista Paul Stanley  fazia o elo de ligação entre a banda e o público, sempre carismático pedia desculpas por não dominar o português. Gene Simmons fazia o lado satânico e gutural da banda . O baterista se mostrou muito competente em vários solos. Mesmo tendo sido o palco montado as pressas , se mostrou, como sempre nos shows da banda  , excelente , com vídeos ao fundo , que nunca se repetiram, muitas explosões, fogos e palco retrátil. A galera de Floripa ficou assistindo o show na porta de entrada das  cadeiras , sem sentar , ao lado do bar , consumindo ininterruptamente grande quantidade de cerveja. Foi um show de rock pesado de alto nível como no anterior que assisti no “Jockey” no ano de 1999.

O Biss foi composto das 3 últimas músicas do set list, tendo apoteose com papel picado na última música e muitos tiros. O público tinha varias gerações presentes e o público feminino era de primeiro nível.

 

Após o show os gaúchos foram para Santa Catarina atrás do swell de boas ondas e a galera de Floripa ficou na capital dos gaúchos para um pró –night de luxo.

 

Dia épico.

Cheguei as 7 da manha em Imbituba, tendo saído direto do show para o surf.Foram mais cinco dias de surf onde o Rosa Sul foi destaque.Ao contrário do feriado anterior a previsão era boa de ondas e se concretizou, tendo o mar baixado apenas nos últimos 2 dias , mas rolaram 3 dias excelentes.

 

Essa foi mais uma matéria que narrou o dia a dia de um surfista apaixonado pelo rock.Até a próxima,Mauro.

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FERIADO – OUTUBRO 2012

Essa matéria faz a cobertura dos dias 10 a 16 de outubro do corrente ano. Nesse período ocorreu o feriado do dia 12 , dia da criança e Nossa Senhora Aparecida , que foi feriado nacional  e dia 15 onde      foi dia do     professor .Este último ajudou a presença   de estudantes universitários . Essa matéria foca o surf que rolou nos picos da Praia da Vila, Portinho e Rosa .

Rosa Sul começando a quebrar.

chuva , final de tarde clássico.

esquerda rara do Rosa , em direção ao Portinho.

 

 

O surf teve que ser agendado com o trabalho.

 

 

Após vários dias de vento nordeste e ondas boas de até 1 metro, existia a previsão de mudança e entrada de swell de sul. A troca não foi imediata , rolando ondas apenas no tarde do dia 11.As ondas quebraram com boa formação e variaram de 1 m até 2 m .  Essa condição ocorreu até  sábado, Rosa Sul foi o melhor pico. Portinho era uma opção para fugir do crowd e pegar ondas com os amigos e um mínimo de locais. A esquerda do canal e  a direita na pedras eram as ondas que rolavam.Domingo o vento já mudava para nordeste, o swell ainda era de sul , condição ideal para Praia da Vila que rolou em ótimas condição.

crowd , fugir para não passar por cima.

Não me esqueço que domingo depois de conferir o Rosa Norte , que não estava ainda em suas melhores condições e com crowd absurdo , fui a Praia da Vila , onde não havia mais de 15 surfistas, mas de alto nível. Foi um surf longo , muitas ondas , rolou uma esquerda longa , que ao final era necessário sair e voltar ao pico e a direita que era mais curta, mas ia para o canal e rolava um bom tubo. A terça foi no Rosa Norte já com condições de surf.

Muitas fotos tiveram sua qualidade comprometida em função de chuva , tempo nublado ou pouca luminosidade.

crowd na espera da onda de outside

Mais uma vez a presença feminina tanto no surf como no body boarding foi muito grande. O sol se fez presente no sábado , colorindo ainda mais a praia. Pico da Tribo e Beleza Pura foram do destaques da noite.

 

Mais uma bela trip , muitas ondas surfadas, muitos amigos, belas ondulações nas areias e no “pro night”. Até a próxima, Mauro

paipo house 2, a esquerda Garopaba a direita Ferrugem.

 

 

 

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